Nossa Loja

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LIBERDADE * IGUALDADE * FRATERNIDADE

Endereço de nossa Loja

Estrada União Industria, km 23 / 24A
Fazendinhas de Simão Pereira - Simão Pereira - MG
CEP: 36123-000

domingo, 28 de agosto de 2016

domingo, 5 de junho de 2016

A vida é uma dança...


Quando uma porta se fecha, outra se abre; quando um caminho termina, outro começa... nada é estático no Universo, tudo se move sem parar e tudo se transforma sempre para melhor. 
Habitue-se a pensar desta forma: tudo que chega é bom, tudo que parte também. É a dança da vida... dance-a da forma como ela se apresentar, sem apego ou resistência.
Não se apavore com as doenças... elas são despertadores, têm a missão de nos acordar. De outra forma permaneceríamos distraídos com as seduções do mundo material, esquecidos do que viemos  fazer neste planeta. O universo nos mandou aqui para coisas mais importantes do que comer, dormir, pagar contas...
Viemos para realizar o Divino em nós. Toda inércia é um desserviço à obra divina. Há um mundo a ser transformado, seu papel é contribuir para deixá-lo melhor do que você o encontrou. Recursos para isso você tem, só falta a vontade de servir a Deus servindo aos homens.
Não diga que as pessoas são difíceis e que convivência entre seres humanos é impossível. Todos estão se esforçando para cumprir bem a missão que lhes foi confiada.  Se você já anda mais firme, tenha paciência com os seus companheiros de jornada. Embora os caminhos sejam diferentes, estamos todos seguindo na mesma direção, em busca da mesma luz.
E sempre que a impaciência ameaçar a sua boa vontade com o caminhar de um semelhante, faça o exercício da compaixão. Ele vai ajudá-lo a perceber que na verdade ninguém está atrapalhando o seu caminho nem querendo lhe fazer nenhum mal, está apenas tentando ser feliz, assim como você.
Quando nos colocamos no lugar do outro, algo muito mágico acontece dentro de nós: o coração se abre, a generosidade se instala dentro dele e nasce a partir daí uma enorme compreensão acerca do propósito maior da existência, que é a prática do AMOR. Quando olhamos uma pessoa com os olhos do coração, percebemos o parentesco de nossas almas. 
Somos uma só energia, juntos formamos um imenso tecido de luz... Não existem as distâncias físicas. A Física Quântica já provou que é tudo uma ilusão. Estamos interligados por fios invisíveis que nos conectam ao Criador da vida. A minha tristeza contamina o bem-estar do meu vizinho, assim como a minha alegria entusiasma alguém do outro lado do mundo. É impossível ferir alguém sem ser ferido também, lembre-se disso. 
O exercício diário da compaixão faz de nós seres humanos de primeira  classe.      
              ANDRÉ LUIZ... 

"CHAMA" da Loja

Um Maçom, que assiduamente comparecia as reuniões de sua Loja, mandou uma prancha pedindo o "quite-placet", e parou de ir às reuniões.

Depois de algumas semanas, o Irmão Hospitaleiro , foi visitá-lo.

Era uma noite muito fria. O hospitaleiro o encontrou na sua casa, sozinho, sentado diante da lareira, onde o fogo estava brilhante e acolhedor.

Adivinhando o motivo da visita do seu irmão, lhe deu as boas vindas, e aproximando-se da lareira lhe ofereceu uma cadeira grande em frente à chaminé e ficou quieto, esperando.

Nos minutos seguintes, houve um grande silêncio, pois os dois irmãos somente admiravam a dança das chamas em volta dos troncos de lenha que queimavam.

Depois de alguns minutos, o hospitaleiro examinou as brasas que se formaram e cuidadosamente escolheu uma delas, a mais incandescente de todas, empurrando-a para fora do fogo.

Sentando-se novamente, permaneceu silencioso e imóvel. 

O anfitrião prestava atenção a tudo, fascinado e também quieto.

Dentro de pouco tempo, a chama da brasa solitária diminuiu, até que após um brilho discreto e momentâneo, seu fogo se apagou em um instante mínimo.

Dentro de pouco tempo, o que antes era uma festa de calor e luz, agora não passava de um frio, morto e preto pedaço de carvão, recoberto de uma camada de cinza espessa.

Nenhuma palavra tinha sido pronunciada desde a protocolar saudação inicial entre os dois irmãos!

Antes de preparar-se para ir embora, o hospitaleiro, movimentou novamente o pedaço de carvão já apagado, frio e inútil, colocando-o novamente no meio do fogo. 

Quase que imediatamente voltou a desprender-se uma nova chama, alimentado pela luz e o calor das labaredas dos outros carvões em brasa e ao redor dele.

Quando o hospitaleiro se aproximou da porta para ir-se embora, seu anfitrião lhe disse:

OBRIGADO PELA SUA VISITA E PELA BELÍSSIMA LIÇÃO......

Retornarei a Loja e ao convívio dos irmãos que muito bem me faz ...

Para Reflexão!!!

Aos "Irmãos" membros de uma Loja, sempre vale a pena lembrar, que eles fazem parte da "CHAMA" da Loja, e como tal devem manter sempre viva a egrégora, e que sem os irmãos o Maçom perde todo seu brilho.

Vale a pena sempre lembrar-lhes que todos  também são responsáveis por manter acesas as chama da "AMIZADE" entre cada um dos seus membros e de promover a união entre todos eles, para que o fogo seja sempre realmente forte, eficaz e duradouro, e que os Laços de Fraternidade se fortaleçam cada vez mais.

Eu sou Maçom

O carro de um vendedor que viajava pelo interior quebrou e conversando com um fazendeiro de um campo próximo eles descobrem que são "irmãos".

          O vendedor está preocupado porque ele tem um compromisso importante na cidade local. "não se preocupe, diz o fazendeiro, você pode usar meu carro. Vou chamar um amigo e mandar consertar o carro enquanto você vai ao seu compromisso."

          Lá foi o vendedor, e umas duas horas mais tarde ele voltou, mas infelizmente o carro precisava de uma peça que chegará somente no dia seguinte.

          "Sem problemas", diz o fazendeiro, "use meu telefone e reprograme seu primeiro compromisso de amanhã, fique conosco hoje, e providenciaremos para que seu carro esteja pronto logo cedo!"

          A esposa do fazendeiro preparou um jantar maravilhoso e eles tomaram um pouco de malte puro em uma noite agradável. O vendedor dormiu profundamente e quando acordou, lá estava seu carro, consertado e pronto para ir. Após um excelente café da manhã, o vendedor agradeceu a ambos pela hospitalidade.

          Quando ele e o fazendeiro caminhavam para seu carro, ele se voltou e perguntou "meu irmão, muito obrigado, mas preciso perguntar, você ajudou-me porque sou Maçom?"

          "Não", foi a resposta,

  "Eu ajudei você porque eu sou maçom."

(Autor desconhecido)

[GOB] COMO MATAR A SUA LOJA


• Não freqüente as reuniões, Mas quando for lá procure algo para reclamar. 
• Se comparecer a qualquer atividade procure falhas nos trabalhos de quem está lutando pela Instituição. 
• Nunca aceite uma incumbência. 
• Lembre-se que é mais fácil criticar do que realizar. 
• Se a diretoria pedir a sua opinião sobre um importante assunto, responda que não tem nada a dizer e depois espalhe como deveriam ser feita as coisas. 
• Não faça mais do que o absolutamente necessário, porém quando os IIr∴ estiverem trabalhando com boa vontade e com interesse para que tudo corra bem, afirme que sua Loja está dominada por um grupinho. 
• Não leia o boletim oficial e muitos menos os Informativos; Jornais e comunicados da sua Loja. 
• Afirme que eles não publicam nada de interessante . 
• Se for convidado para qualquer cargo, recuse alegando falta de tempo e depois critique com afirmações do tipo: Essa turma quer é ficar para sempre nos cargos. 
• Quando tiver divergências com um Ir∴, procure com toda intensidade vingar-se da Instituição. Faça ameaças de abrir processo ético e envie cartas aos membros do quadro com acusações pesadas à diretoria. 
• Sugira, insista e cobre a realização de congressos, cursos e palestras, e quando a Loja realiza-los, não se inscreva, nem compareça. 
• Se receber um questionário da Loja solicitando sugestões, não preencha e se os IIr∴ da diretoria não adivinhar as suas idéias e pontos de vista, critique e espalhe a todos que é ignorado. 
• Após toda essa “colaboração espontânea” quando cessarem as publicações, o lazer e todas as demais atividades, enfim, quando sua Loja morrer, estufe o peito e afirme com orgulho “EU NÃO DISSE ? 

Autor Desconhecido

segunda-feira, 7 de março de 2016

A Lenda da Escolha do Local do Templo da Salomão

Reza a lenda que uma noite Salomão meditava sobre o local em que deveria construir o Templo, cuja promessa, ainda por cumprir, o incomodava.

Salomão: Mandei construir dezenas de palácios, mas ainda não consegui erguer o Templo em louvor á Glória de DEUS. O Senhor é Testemunha de que não é má vontade de minha parte se ainda não iniciei tão nobre construção, pois não sei reconhecer o local mais apropriado. Toda Jerusalém é sagrada, mas o solo no qual serão levantados os muros do Templo, deverá ser o mais precioso ao Criador.

À meia noite, não conseguindo adormecer, decidiu sair para caminhar. Vestiu-se rápida e silenciosamente para não ser visto pelos serviçais e saiu do palácio. Andou por uma Jerusalém adormecida, passando perto de grandes jardins e bosques, acompanhado somente pelo agradável ruído das folhas que farfalhavam ao vento, até que finalmente chegou ao Monte Moriá.

A colheita recém terminara e do lado sul da montanha já estavam dispostos os feixes de trigo cortados. Salomão apoiou-se em um tronco de oliveira, fechou os olhos e em sua mente começaram a desfilar as mais diversas localidades de seu reinado. Reviu colinas, vales, bosques que lhe pareciam destinados ao templo e dezenas de outros locais por onde havia passado cheio de esperança, mas dos quais saíra decepcionado.

Repentinamente ouve passos, abre os olhos e vê um homem carregando em seus braços um feixe de trigo. Um ladrão pensou rápido. Estava prestes a sair de seu esconderijo sob a árvore, mas conteve-se no último momento. “Vou esperar para ver o que este homem está tramando”

O visitante noturno trabalhava rapidamente e sem ruído. Ele colocou o feixe de trigo no terreno vizinho e voltou para buscar outros. Assim continuou até levar 50 feixes. Depois, olhou preocupado em seu redor, como que para se certificar de que ninguém o havia visto e partiu.

Salomão pensou: Gentil vizinho; o proprietário do terreno não deve saber por que sua colheita diminui durante a noite.  

Mal teve tempo de refletir sobre como punir o ladrão, quando, logo a seguir, outro homem apareceu. Era mais velho do que o anterior. Prudentemente o homem circundou os dois terrenos e, acreditando estar só, pegou um feixe de trigo de um terreno e o levou para o outro, ou seja, fez exatamente o que o outro fizera só que em sentido inverso. Assim, ele fez com mais outros 49 feixes de trigo, partindo depois, em silêncio.

Salomão pensou: Esses vizinhos se merecem; imaginei que só havia um ladrão, mas, de fato, o próprio ladrão acaba sendo ele mesmo, roubado.

No dia seguinte, Salomão convocou os dois proprietários dos terrenos. Deixou o mais velho esperando em uma sala, enquanto interrogava o mais jovem, com severidade:

Salomão: Diga-me com que direito você pega o trigo do terreno de seu vizinho.

O Homem olha surpreso para Salomão, fica vermelho de vergonha, mas responde:
O Homem Jovem: Senhor! Eu jamais faria uma coisa dessas. Gostaria de manter isso em segredo, mas já que fui apanhado, direi a verdade. O trigo que eu transporto me pertence e eu o coloco no campo de meu irmão. Meu irmão e eu herdamos de nosso pai um campo que foi dividido em duas partes iguais, apesar de meu irmão ser casado e ter três filhos enquanto que eu sou solteiro.
Meu irmão precisa de mais trigo que eu, mas não aceita que eu lhe dê. É por isso que levo os feixes para ele, secretamente. Para mim, eles não fazem falta, enquanto que ele, deles necessita.

Salomão, após escutar o relato, levou o homem jovem para outra sala e chamou o proprietário do segundo campo.
Salomão: Diga-me com que direito você pega o trigo do terreno de seu vizinho.
O Homem horrorizado olha surpreso para Salomão e responde:
O Homem Velho: Senhor! Eu jamais faria uma coisa dessas. Na verdade ocorre o contrário. Meu irmão e eu herdamos de nosso pai um campo que foi dividido em duas partes iguais, mas eu conto com a ajuda de minha esposa e de meus três filhos, enquanto que ele está só. Para realizar a sua colheita, ele precisa chamar o ceifeiro e o debulhador, de forma que gasta mais dinheiro do que eu e logo estará passando necessidade. Ele não aceita um único grão de trigo de minha parte e é por isso que eu levo para ele, pelo menos, alguns feixes em segredo. Para mim não fazem falta, enquanto que ele os necessita.
Neste momento, Salomão chamou novamente o irmão mais jovem e emocionado abraçou os dois irmãos e lhes disse:
Salomão: Vi muitas coisas em minha vida mais jamais encontrei dois irmãos tão honestamente desprendidos como vocês. Durante anos vocês foram de uma bondade imensa e recíproca e o mais importante, em segredo. Faço questão de lhes expressar toda a minha admiração e peço que me perdoem por haver suspeitado de que fossem ladrões, quando na verdade são os homens mais nobres da terra. Agora, tenho que lhes pedir um favor. Vendam-me seus terrenos para que eu construa neles o Templo Divino sobre esse solo santificado pelo amor de vocês dois. Nenhum local é mais digno do que esse; em nenhum outro local o Templo encontrará fundamentos mais sólidos.

Os irmãos concordaram de bom grado com o pedido de Salomão. Deram-lhe os campos e Salomão os recompensou, dando-lhes terras mais vastas e férteis.
Salomão em seguida, fez anunciar em toda Israel, que o local sagrado para o Templo de Deus finalmente tinha sido encontrado.

CONCLUSÃO:

Esta lenda está a nos mostrar que quando o AMOR é real, sincero e principalmente VERDADEIRO, está acima dos interesses mesquinhos. A união destes IIrm.´. nos mostraram o quanto a FRATERNIDADE é fundamental para a nossa realização pessoal. A IGUALDADE de pensamentos e de objetivos fica evidenciada nas ações que foram desenvolvidas.
Quantas vezes, como Salomão pensou, tomamos decisões baseadas em evidencias momentâneas, não nos aprofundamos na análise dos fatos que ocorrem. Devemos lembrar sempre que a melhor solução está sempre no meio, no equilíbrio de todas as nossas ações.   





É importante sabermos que...

EM NOSSOS ATOS MAIS SECRETOS DEVEMOS SUPOR SEMPRE QUE TEMOS TODO O MUNDO POR TESTEMUNHA”.

A discrição deve ser uma virtude. As nossas ações devem ser permeadas pela discrição, sem alardes ou discussões vazias, que não levam à lugar nenhum. Quantas vezes nos vemos em meio de discussões fúteis, nas quais nada de proveito retiramos. É necessário que ajamos de acordo com a nossa compreensão dos fatos, fundamentados na razão, verdade e no conhecimento. Ao agir, devemos fazê-lo de forma discreta, procurando, sem ser o foco da atenção, a resposta para as questões levantadas.

O Maçom deve ser implacável no cumprimento do seu dever. Ele deve manipular os seus pensamentos com sinceridade e compreensão e não pode ser indiferente aos caprichos e à covardia. Deve ser inflexível e implacável nos combates dirigidos pela Verdade, Justiça e Tolerância.

É no Silêncio, na Discrição, no Sigilo e no Cumprimento do Dever, que aprendemos os mistérios simbólicos que nos possibilitaram o progresso filosófico do crescimento interior que continuará por toda a nossa vida maçônica; é a condição que nos assegurará o progresso real, permitindo-nos compreender os grandes segredos da Ordem.

Como no caso da oração, devemos estar sempre alerta, para preservar o “sigilo maçônico”. Para resguardar o sigilo da Ordem, não se encontram segredos escritos em nossos rituais. A sua transmissão é oral; de boca para ouvido. É o sigilo de “confessionário”. A Maçonaria proclama o cuidado que se deve ter no trato dos assuntos, sejam eles, filosóficos, morais, ritualísticos, administrativos e os assuntos pessoais de Irmãos.

“A realização individual da busca interior só ocorre no sigilo, silêncio, discrição e no cumprimento do dever (DISCIPLINA)”.

“Aprender a calar é aprender a pensar e aprender a pensar é aprender a meditar”.


“Um Homem capaz de guardar sigilo e silêncio, ser discreto e disciplinado, quando necessário, é DONO do seu EU PRÓPRIO”

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

UAI- O Berço da Expressão Popular Mineira

Segundo o odontólogo Dr. Sílvio Carneiro e a professora Dorália Galesso, foi o presidente Juscelino Kubitschek que os incentivou a lhe pesquisar a origem. Depois de exaustiva busca nos anais da Arquidiocese de Diamantina e em antigos arquivos do Estado de Minas Gerais, Dorália encontrou a seguinte explicação, provavelmente confiável.

Os Inconfidentes Mineiros, patriotas, mas considerados subversivos pela Coroa Portuguesa, comunicavam-se através de senhas, para se protegerem da Polícia Lusitana. Como conspiravam em porões e sendo quase todos de origem maçônica, recebiam os Companheiros com as batidas clássicas da Maçonaria nas portas dos esconderijos.

Lá de dentro, perguntavam:

-    Quem é?.

Os de fora respondiam: 

-    UAI, as iniciais de União, Amor e Independência.

Somente utilizando esta senha é que a porta era aberta aos visitantes.
Conjurada a revolta, sobrou a senha, que acabou virando costume entre as gentes das Alterosas.

Os mineiros assumiram a simpática palavrinha e, a partir de então, a incorpora­ram ao vocabulário quotidiano, quase tão indispensável como tutu e trem.


Uai, sô ... 
Liberdade

“De que maneira pode o Homem gozar de uma Liberdade absoluta?”.

Só existe uma maneira em que o Homem pode exercer e viver em uma absoluta liberdade: É pelo PENSAMENTO. É por ele que conseguimos atingi-la sem qualquer limitação. Podemos impedir a manifestação da liberdade, mas no pensamento não há nenhuma condição de aniquilar tal sentimento. Existe aquela outra liberdade, a de fazer o que quiser e bem entender. É um engano entre nós. Desde que haja dois Homens juntos, há direitos a respeitar e conseqüentemente não terão eles liberdade absoluta. E qual a condição em que o homem gozaria de liberdade absoluta? Aí temos a reposta: No DESERTO. Como cada qual procura sua liberdade particular é quase certo encontrarmos na sua origem, falsas noções de liberdade as quais conduzem a um mau uso do Livre arbítrio. Quando as conseqüências desse mau uso nos chegam às mãos, elas se transformam em sofrimentos que não acreditamos merecer. Sofre-se não só pela falta de liberdade, mas também pelas idéias errôneas que temos acerca dela. Normalmente não damos valor à questão. Sempre nos esquecemos que se é pelo pensamento que obtemos a nossa liberdade é também por ele que construímos a nossa prisão. Os preconceitos, os dogmas religiosos, enfim as idéias aceitas sem contestação. Tudo isso é responsável por limitar nossas ações e construir um conceito destorcido de liberdade. A liberdade sempre esteve e estará a nossa espera. Mas ela exige que, para alcançá-la, estejamos preparados com coragem e bom ânimo, para iniciar a tarefa nem sempre fácil da descoberta em nós mesmos, dos nossos entraves. Façamos o uso correto da nossa liberdade, exercendo os nossos direitos, porém, trilhando sempre nos degraus da decência para atingirmos os nossos objetivos, sem pisar na cabeça de ninguém, pois, cedo ou tarde, as conseqüências negativas pelo abuso do livre arbítrio virão, pois, foi assim que sentenciou o Grande Rabino da Galileia:

“Cada um receberá, de acordo com as suas obras”.

Quando em determinadas ocasiões, que julgamos oportunas, buscamos de qualquer forma a concretização de sonhos ou de posições privilegiadas tais como a satisfação do poder, alimentando o nosso egoísmo e vaidade, é preciso buscar a simplicidade dos conceitos nobre reunindo valores que a vida não consome. Isso não quer dizer que não devemos usufruir o progresso material dos nossos dias; estes podem ser obtidos através da aquisição de valores estribados nos degraus da decência, que são autênticas riquezas do Espírito.

É lógico que a liberdade que temos o direito de usufruir, termina quando começa a do nosso semelhante que, como nós, deve merecer a nossa respeito. Jamais devemos confundir liberdade com libertinagem que é a devassidão e vida sem regras; que ultrapassa os limites da razão levando à prática exagerada de atos que não coadunam com a conduta  do Homem de bem e que trazem prejuízos muitas vezes irreparáveis à vitima desse ato inacessível que tantas agruras podem causar.  O mundo em que vivemos caracteriza-se pelo egoísmo, pelo jogo de interesses que beneficiam pequenos grupos em detrimento do Bem Estar geral. Devemos agir com muita  prudência e bom sendo a fim de não causarmos sofrimentos aos outros, ultrapassando os limites da nossa liberdade porque as Leis dos Homens podem falhar, mas a do G.’.A.’.D.’.U.’. está de olho e nos premiará de acordo comas nossas ações. Somos livres para plantar e em se plantando, fatalmente colheremos na mesma proporção; ou seja..... “A doçura da bebida ou o amargor do sutil veneno”.  A escolha é nossa.

WANDIR FABRI


segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Dia Internacional do Maçom


22 de fevereiro de 2016

Dia Internacional do Maçom

Parabéns a todos os irmãos Maçons

Um Triplice e Fraternal Abraço a todos os meus amados irmãos!

sábado, 13 de fevereiro de 2016

Carnaval 2016 - Homenagem à Maçonaria.

LÁ VEM ELA UNIDOS DO RAMALHO, A CAÇULINHA DE MAUÉS
O Grêmio Recreativo Escola de Samba Unidos do Ramalho, também conhecida como a Caçulinha de Maués, por conta ser a mais nova escola de samba, nasceu no bairro que dá o nome a agremiação no dia 23 de fevereiro de 2013. Tudo começou com a união da comunidade do bairro que viu a necessidade de valorizar os inúmeros artistas que haviam na localidade. As cores da escola de samba são o vermelho e o azul.
A escola aos poucos vem conseguindo seu espaço no Carnaval Popular de Maués. Em 2016 a escola de samba faz sua homenagem a Hamilton Mourão, com o tema “Hamilton Mourão 33 anos de Tradição.
A agremiação vem com aproximadamente 1000 integrantes, divididos em 12 alas que são compostas de 30 a 40 brincantes. Assim como a ala das baianas, composta de 40 integrantes.
Em 2016 a escola traz apenas um carro alegórico que representa a Maçonaria tanto em Maués quando no mundo. E uma arara que é o símbolo da escola.

Fotos: Naldo Silva
https://www.facebook.com/maues.am/
Prefeitura Municipal de Maués - AM






quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Vêm os Maçons!

Vêm os maçons! 
Filho, vem ver, vêm aí os maçons… 

Quem são eles?
Eles… são aqueles que estão caminhando do Oriente ao Ocidente e de Norte a Sul, com os pés firmemente no Universo.

Porque treme a terra a cada passo que eles dão? 
Porque cada um, carrega sobre os seus ombros, o peso de um templo erguido para a Verdade. 

De onde são? 
Eles não têm fronteiras, a terra é sua casa e o céu o seu telhado, formando uma raça sem cor e de todas as cores, mas têm sinais que os diferenciam dos outros.

Como os reconheces?
Eles levam o silêncio na boca e dedo pronto para assinalar o que é injusto, o falso e o hipócrita. Estar entre eles é como estar em casa, não é preciso usar máscaras, apenas ser você mesmo. 

Quantos tipos de maçons existem? 
Dois, os que são Luz e os que são ainda casulos. Destes últimos há muitos, mas dos primeiros, poucos; destes primeiros podemos esperar tudo, já que os seus rostos são lisos, sem rugas ou dobras, não temem nada, porque para ser Luz tiveram que morrer para a vida profana e secular, para finalmente ser capaz de viver. Eles vêm do seio da terra para ver a Luz e ser a Luz, a mesma que ilumina o caminho dos seus irmãos. Tudo começa e tudo acaba no mesmo, no seu interior, deixando o casulo como uma borboleta. Mudou, e deixou a pele velha por uma nova que está cheia de luz. 

daniellucio 

http://www.maconariaportugal.com/images/stories/vem_macons.pdf

Peculiaridades do Rito Adonhiramita


§  - Algumas das principais peculiaridades do Rito Adonhiramita que o identificam e o diferenciam dos demais Ritos são: A sua tradição e fidelidade aos antigos mistérios; A sua profunda espiritualidade;O tratamento de "Am.ʹ. Ir.ʹ.” ; O uso do nome histórico; Adonhiram como personagem central; O Cerimonial do Fogo; O uso de velas e não de lâmpadas; O pé direito à frente na marcha do Grau; As doze badaladas; O revigoramento e o adormecimento da Chama Sagrada; O uso das luvas brancas; O uso da gravata branca; A posição dos AAm.ʹ. lIr.ʹ. VVig.ʹ.; A posição das CCol.ʹ. J e B; A abertura do L.ʹ. da L.ʹ. no evangelho de João; A formação do Pálio; A Cerimônia de Incensação; A proteção mística do Am.ʹ. Ir.ʹ. Cobr.ʹ. Int.ʹ.;O uso do sinal do G.ʹ. na circunavegação; A circunavegação em forma do símbolo do infinito; O uso do chapéu em todas as sessões pelos MMestr.ʹ.; O uso da espada pelos MMestr.ʹ., a palavra de Aclamação , além de muitas outras particularidades que fazem o Rito Adonhiramita singular, místico e esotérico.

http://www.adonhiramita.org/liturgia.htm

domingo, 7 de fevereiro de 2016

Letra da música Acácia Amarela

Acácia Amarela
Luiz Gonzaga

Ela é tão linda é tão bela
Aquela acácia amarela
Que a minha casa tem
Aquela casa direita
Que é tão justa e perfeita
Onde eu me sinto tão bem

Sou um feliz operário
Onde aumento de salário
Não tem luta nem discórdia
Ali o mal é submerso
E o Grande Arquiteto do Universo
É harmonia, é concórdia
É harmonia, é concórdia".

Acácia Amarela - Luiz Gonzaga

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

UMA VERDADE


Fantástica essa analogia!


No ventre de uma mãe havia dois bebês.  Um perguntou ao outro:
"Vc acredita em vida após o parto?"
O outro respondeu: "É claro. Tem que haver algo após o parto. Talvez nós estejamos aqui para nos preparar para o que virá mais tarde."
"Bobagem", disse o primeiro. "Não há vida após o parto. Que tipo de vida seria esta?"
O segundo disse: "Eu não sei, mas haverá mais luz do que aqui. Talvez nós poderemos andar com as nossas próprias pernas  e comer com nossas bocas. Talvez teremos outros sentidos que não podemos entender agora."
O primeiro retrucou: "Isto é um absurdo. Andar é impossível. E comer com a boca!? Ridículo! O cordão umbilical nos fornece nutrição e tudo o mais de que precisamos.O cordão umbilical é muito curto. A vida após o parto está fora de cogitação."
O segundo insistiu: "Bem, eu acho que há alguma coisa e talvez seja diferente do que é aqui. Talvez a gente não vá mais precisar deste tubo físico."
O primeiro contestou: "Bobagem, e além disso, se há realmente vida após o parto, então, por que ninguém jamais voltou de lá? O parto é o fim da vida e no pós-parto não há nada além de escuridão, silêncio e esquecimento. Ele não nos levará a lugar nenhum."
"Bem, eu não sei", disse o segundo, " mas certamente vamos encontrar a Mamãe e ela vai cuidar de nós."
O primeiro respondeu: " Mamãe, vc realmente acredita em Mamãe? Isto é ridículo. Se a Mamãe existe, então, onde ela está agora?"
O segundo disse: "Ela está ao nosso redor. Estamos cercados por ela. Nós somos dela. É nela que vivemos. Sem ela este mundo não seria e não poderia existir."
Disse o primeiro:" Bem, eu não posso vê-la, então, é lógico que ela não existe."
Ao que o segundo respondeu: "Às vezes, quando vc está em silêncio, se vc se concentrar e realmente ouvir, vc poderá perceber a presença dela e ouvir sua voz amorosa lá de cima."

Este foi o modo pelo qual um escritor húngaro explicou a existência de Deus.

BREVIÁRIO MAÇÔNICO - ASSIDUIDADE

05 de fevereiro

ASSIDUIDADE

Do latim: "assiduus", significa "aquele que permanece ao lado".
A assiduidade constitui uma das virtudes do maçom; não diz respeito apenas ao comportamento social, ao compromisso assumido, mas à participação em uma Egrégora que beneficia a quem "se encontra ao seu lado"; diz respeito ao elo as corrente; à necessidade para a formação do grupo. Quem se ausentar sem motivo aparente ou justificado estará solapando aos demais a oportunidade de reforçar as vibrações e a soma dos fluidos destinados à formação grupal.
Consoante as regras maçônicas, a falta de assiduidade impede o ato de votar, o "aumento do salário", ser votado, suspenso ou até eliminado do quadro. Isso não significa a eliminação da Ordem, porque a um Iniciado jamais se eliminará; terá ele , sempre, a oportunidade de reingresso em sua Loja ou Loja equivalente.
Maçom! A sua presença na Loja é vital; seja assíduo e receberá a recompensa destinada aos cumpridores de seus compromissos.
sinta-se atraído à sua família maçônica.
Avante, pois.

RIZZARDO DA CAMINO

domingo, 31 de janeiro de 2016

Gesto louvável

Homem compra tartarugas em mercado e as solta no mar novamente

Arron Culling e seu colega Mark estavam fazendo compras em um mercado na Papua-Nova Guiné, na Oceania, quando avistaram duas tartarugas.

Diante dos animais que foram retirados da natureza à força, o homem teve uma atitude louvável. Comprou as duas por US$ 50, dirigiu cinco quilômetros e as devolveu ao mar.

Ele postou as imagens em seu perfil no Facebook e a publicação já teve mais de 78 mil compartilhamentos



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